Contexto, não prompts.
Andam a circular prompts com quatrocentas linhas. São bem feitas, e dão resultados mornos. O problema nunca foi o tamanho do pedido — é que o modelo não sabe quem tu és, para quem escreves, nem como é que tu escreves. Isto resolve-se uma vez, não a cada pedido.
Os quatro passos, sem portão nenhum à frente.
Isto é público de propósito. O que se troca por um email é o que não cabe aqui: o ficheiro de contexto e os seis exemplos preenchidos até ao fim.
- 1 · Quem sou: a profissão, o tipo de clientes, quem vai ler, e o que já tentaste.
- 2 · Objectivo: o que conta como bom, e o que não pode acontecer.
- 3 · Norma: formato, extensão, tom — e três a cinco linhas escritas por ti. É o passo que muda tudo e o único que quase ninguém faz.
- 4 · Duas versões: e a pergunta em que é que divergem. Com uma versão, avalias contra nada.
Quem escreve
Ana Sousa, 14+ anos em QA e desenvolvimento de software. ISTQB, incluindo Security e Test Manager.
Testo antes de recomendar. O reflexo é procurar o que parte — e uma prompt de quatrocentas linhas parte no sítio onde ninguém está a olhar.
Não resolve o que constróis.
Pôr a IA a trabalhar em cima dos teus ficheiros, a correr no teu computador, a construir coisas que ficam a funcionar depois de fechares a conversa — isso são quatro noites ao vivo no Claude Code na Prática. A Turma 3 realiza-se de 23 a 26 de novembro, das 21h00 às 23h30.
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