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Já sabes usar o ChatGPT. E depois?

Fizeste uma formação de IA. Saíste de lá com a cabeça a mil. Três semanas depois estás a usá-lo exactamente como usavas antes: uma caixa de texto, uma pergunta de cada vez, copiar e colar. Isto não é falta de jeito — é um tecto, e tem uma saída concreta.

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Porque é que o tecto existe

O problema não está no pedido.

Um chatbot responde ao que lhe pedes — e mais nada. Não conhece o teu contexto, não guarda o que ficou decidido ontem, não verifica o que escreveu, e começa do zero em cada conversa nova. Podes afinar o pedido até à exaustão: o tecto não sobe, porque não é o pedido que o está a segurar.

  • Explicas quem és outra vez em cada conversa — e quando não o fazes, a resposta sai genérica e tu sabes porquê.
  • Copias, colas, corriges — o transporte é manual, por isso o trabalho continua a ser teu.
  • Fazes o mesmo pedido todas as semanas — e escreve-lo de novo todas as semanas.
  • Aceitas a resposta porque soa bem — se te perguntassem como sabes que está certa, dirias «pareceu-me».

Quem escreve

Ana Sousa, 14+ anos em QA e desenvolvimento de software. ISTQB, incluindo Security e Test Manager.

A pergunta útil nunca é «isto é bom?». É «o que é que isto parte?» — e é essa que falta quando se usa IA a sério.

No guia estão os sete, cada um com uma coisa concreta a fazer a seguir. Não precisas dos sete: dois ou três chegam.

O guia diz-te o que muda

Fazê-lo com alguém ao lado é outra coisa.

Dar contexto que fica escrito, pôr a IA a trabalhar nos teus ficheiros a sério, e verificar o trabalho antes de confiares nele — com as mãos no teclado e alguém a corrigir-te quando encalhas. São quatro noites ao vivo no Claude Code na Prática: constróis, testas, proteges e publicas duas aplicações web reais, sem saberes programar.

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Depois do ChatGPT — 7 sinais de que bateste no tecto do prompting (e o que fazer) · Crialia